Excelência na Gestão de Fundos
Conheça a proposta única da Springs Capitals que associa inovação e expertise para gerar resultados consistentes.

Gestão experiente em diferentes ciclos de mercado
Processo de investimento claro e estruturado
Análise e Preparação das Teses
Diariamente a equipe de gestão recebe e analisa informações das companhias possíveis de serem investidas, montando um mosaico organizado de elementos.
Discussão em Comitê
As teses de investimentos são debatidas em comitê para assegurar que sejam desafiadas e examinadas em profundidade.
Decisão e Execução
O CIO toma as decisões de investimento apoiado pelo Comitê de Investimentos, e determina o timming e tamanho das posições conforme o mandato de cada fundo.
Monitoramento
Todas as posições são monitoradas diariamente para fins de controles de limite, e também para assegurar que os fundamentos das teses sigam válidos.


Know-how corporativo da Springs Capital
Gestão Independente
Agilidade Operacional
Transparência
Estruturas Otimizadas
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Equity
(Long Short, com início em 28.02.23; e Total Return a partir do novo mandato, com início em 01.07.24)
O Springs Equity Hedge FIC FIM (Long Short), rendeu +1,78% (vs. CDI de 1,05%), acumulando retorno de +19,10% no ano (vs. CDI de 12,95%), e +39,87% desde o início (vs. CDI de 38,71% no mesmo período). O fundo apresenta uma volatilidade anualizada de 4,03%.
O Springs Total Return FIC FIM (Long Biased), rendeu +4,35% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 0,70%), acumulando retorno de +26,77% no ano (vs. IPCA + Yield do IMAB de 11,42%), e desde o início do novo mandato (01.07.24) +26,74% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 17,55% no mesmo período). O fundo apresenta volatilidade anualizada, a partir do novo mandato, de 12,59%.
Novembro foi um mês de consolidação nos mercados globais, com o MSCI ACWI praticamente estável (-0,1% em USD) e forte dispersão setorial. Nos EUA, o S&P 500 avançou 0,1% e o Nasdaq recuou 1,6%, em meio à correção de preços das empresas de tecnologia e discussões sobre o ritmo do afrouxamento monetário. O rendimento de 10 anos fechou perto de 4bps, enquanto declarações do Fed levaram o mercado a precificar maior probabilidade de corte de juros em dezembro.
Nos emergentes, o MSCI EM caiu cerca de 2,5%, pressionado por Ásia. Já na América Latina, Brasil liderou amplamente a região, com Ibovespa +6,4% em BRL no mês (+32,3% no ano; +53,5% em USD). O avanço foi sustentado por resultados corporativos fortes e fechamento da curva de juros. Setores domésticos cíclicos, especialmente construção e varejo, tiveram as maiores altas.
A inflação brasileira manteve trajetória favorável: o IPCA-15 de novembro subiu 0,20% (4,5% em 12 meses), reforçando a percepção de juro real elevado e antecipando apostas de cortes da Selic em 2026. A curva de DI fechou de forma relevante, beneficiando ativos domésticos sensíveis a juros. O real apreciou-se frente o dólar no período, passando para a faixa de R$ 5,33, acompanhando dólar mais fraco globalmente.
Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem.
Equity Hedge
Durante o mês o fundo teve performance de 1,78%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores utilities, agronegócio e saúde. Por outro lado, os setores de siderurgia, mineração e construção civil foram os principais detratores. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de consumo, utilities e tecnologia.
Total Return
Durante o mês o fundo teve performance de 4,35%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores agronegócio, utilities e bancos. Por outro lado, o setor de construção civil foi principal detrator. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de bancos, utilities e consumo.
Equity Hedge
O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 0,96%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores Bancos, Infraestrutura e Utilities. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.
Total return
O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 1,49%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores de Metals, Utilities e Bancos. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.
O mês de setembro foi positivo para ativos globais, em especial para mercados emergentes. O início de novo ciclo de afrouxamento monetário nos EUA sustentou maior apetite a risco global o que resultou em retorno de 7,2% do MSCI Mercados Emergentes e de 6,5% do MSCI Latam, em dólares. Mercados desenvolvidos seguiram com tendencia de alta, renovando máximas históricas. O S&P teve retorno de 3,6% e a Nasdaq de 5,7%. No Brasil, o Ibovespa avançou 3,4% em reais (5,6% em dólares), atingindo máximas históricas. No lado macroeconômico, o Copom manteve a Selic em 15%, enquanto o tom mais hawk consolidou, por hora, a expectativa do primeiro corte para 2026 (a atual precificação da curva aponta para algo entre janeiro e março de 2026). No campo político, a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e tensões diplomáticas com os EUA, após a imposição de sanções a familiares de ministro do STF, trouxeram novos elementos de incerteza, embora sem impacto imediato sobre a direção dos mercados.Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento (e a expectativa de início do ciclo brasileiro), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. O maior apetite a risco global também pode ser observado no fluxo estrangeiro na bolsa que totalizou R$4.8bi em setembro e R$26 bi em 2025.Durante o mês os principais retornos vieram dos setores financeiro, utilities e infraestrutura. Os principais detratores de performance foram alimentos e bebidas e commodities. Parte importante do retorno do mês foi oriunda do investimento em Klarna, que realizou seu IPO nos EUA. O investimento em companhias não listadas e de forte potencial de apreciação é característica importante dos produtos da Springs Capital e fruto de processo de investimento estruturado e que busca constantemente ideias não convencionais dentro e fora do Brasil.Seguimos priorizando companhias sólidas, pouco alavancadas e com capacidade de atravessar cenários adversos, ao mesmo tempo em que buscamos oportunidades micro específicas. Durante setembro mantivemos as maiores exposições nos setores financeiro, utilities e consumo.
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