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All positions are monitored daily for exposure and risk limits, and to confirm that the underlying investment theses remain valid and aligned with market dynamics.

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Independent Management

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News

Monthly Comments

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May 2026
EQUITY

(Equity Hedge, starting on 02.28.23; Equity Hedge Plus, starting on 11.19.25; and Total Return under the new mandate, starting on 07.01.24)

The Springs Equity Hedge FIC FIM (Long Short) returned +1.07% (vs. CDI of 1.09%), accumulating a year-to-date return of +4.86% (vs. CDI of 4.54%), and +49.54% since inception (vs. CDI of 46.78% over the same period). The fund has an annualized volatility of 4.03%.
Springs Equity Hedge PLUS FIF Cotas FIM (Leveraged Long Short) returned 1.12% (vs. CDI of 1.09%), accumulating a year-to-date return of +4.53% (vs. CDI of 4.54%), and +9.44% since inception (vs. CDI of 6.28% over the same period). The fund has an annualized volatility of 6.54%.

The Springs Total Return FIC FIM (Long Biased) returned -1.47% (vs. IPCA + IMAB Yield of 1.26%), accumulating a year-to-date return of +2.37% (vs. Benchmark of +5.12%), and +31.84% since the new mandate began (vs. IPCA + IMAB Yield of 24.81% over the same period). The fund has an annualized volatility, under the new mandate, of 13.42%.

Monthly Commentary

April was marked by a significant recovery in global markets, following the risk aversion observed in March. In the United States, solid corporate earnings and some relief in oil prices offset some geopolitical concerns, leading the S&P 500 to rise 10.4% for the month, its best monthly performance since 2020, while the Nasdaq advanced 15.3%, driven primarily by the technology and semiconductor sectors.

In emerging markets, the trend was also positive, with a resumption of flows into the asset class and a highlight on Latin America. The global environment once again favored risk assets, benefiting markets that were still trading at discounted valuations and had greater sensitivity to falling global interest rates.

In Brazil, the Ibovespa had a more sideways month, ending April with a slight decline of 0.08%, despite reaching new historical highs during the period. The dollar fell 4.38% for the month, closing April at R$4.95, reinforcing the relative attractiveness of Brazilian assets for foreign investors. Despite the index's more neutral performance, the Brazilian stock market continues to accumulate strong gains year-to-date, primarily supported by foreign inflows, the expectation of a continued interest rate cutting cycle, and still attractive valuations in historical terms.

In the short term, we understand that the main drivers of the Brazilian stock market remain the combination of foreign inflows, interest rate trajectory, and the evolution of the fiscal and electoral landscape. After the significant repricing observed since the beginning of the year, the environment now demands greater selectivity, especially in a still volatile external context.

Given this scenario, we continue with a diversified long-short portfolio, maintaining utilities as the primary gross exposure, but reducing the total gross exposure of the portfolio during April. Throughout the month, we reduced exposure to domestic consumption and financial institutions, increased allocation to commodities/metals, and maintained significant arbitrage and relative value structures. This composition aims to preserve flexibility, capture dispersion between assets, and maintain risk discipline, without relying on a significant increase in net exposure.

Comentário Mensal
Nov 2025
Equity

(Long Short, com início em 28.02.23; e Total Return a partir do novo mandato, com início em 01.07.24)

O Springs Equity Hedge FIC FIM (Long Short), rendeu +1,78% (vs. CDI de 1,05%), acumulando retorno de +19,10% no ano (vs. CDI de 12,95%), e +39,87% desde o início (vs. CDI de 38,71% no mesmo período). O fundo apresenta uma volatilidade anualizada de 4,03%.

O Springs Total Return FIC FIM (Long Biased), rendeu +4,35% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 0,70%), acumulando retorno de +26,77% no ano (vs. IPCA + Yield do IMAB de 11,42%), e desde o início do novo mandato (01.07.24) +26,74% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 17,55% no mesmo período). O fundo apresenta volatilidade anualizada, a partir do novo mandato, de 12,59%.

Novembro foi um mês de consolidação nos mercados globais, com o MSCI ACWI praticamente estável (-0,1% em USD) e forte dispersão setorial. Nos EUA, o S&P 500 avançou 0,1% e o Nasdaq recuou 1,6%, em meio à correção de preços das empresas de tecnologia e discussões sobre o ritmo do afrouxamento monetário. O rendimento de 10 anos fechou perto de 4bps, enquanto declarações do Fed levaram o mercado a precificar maior probabilidade de corte de juros em dezembro.
Nos emergentes, o MSCI EM caiu cerca de 2,5%, pressionado por Ásia. Já na América Latina, Brasil liderou amplamente a região, com Ibovespa +6,4% em BRL no mês (+32,3% no ano; +53,5% em USD). O avanço foi sustentado por resultados corporativos fortes e fechamento da curva de juros. Setores domésticos cíclicos, especialmente construção e varejo, tiveram as maiores altas.

A inflação brasileira manteve trajetória favorável: o IPCA-15 de novembro subiu 0,20% (4,5% em 12 meses), reforçando a percepção de juro real elevado e antecipando apostas de cortes da Selic em 2026. A curva de DI fechou de forma relevante, beneficiando ativos domésticos sensíveis a juros. O real apreciou-se frente o dólar no período, passando para a faixa de R$ 5,33, acompanhando dólar mais fraco globalmente.

Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem.

Equity Hedge

Durante o mês o fundo teve performance de 1,78%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores utilities, agronegócio e saúde. Por outro lado, os setores de siderurgia, mineração e construção civil foram os principais detratores. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de consumo, utilities e tecnologia.

Total Return

Durante o mês o fundo teve performance de 4,35%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores agronegócio, utilities e bancos. Por outro lado, o setor de construção civil foi principal detrator.  As maiores alocações do portfólio estão nos setores de bancos, utilities e consumo.

Comentário Mensal
Oct 2025
Equity Hedge

O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 0,96%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores Bancos, Infraestrutura e Utilities. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.

Total return

O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 1,49%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores de Metals, Utilities e Bancos. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.

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