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Diariamente a equipe de gestão recebe e analisa informações das companhias possíveis de serem investidas, montando um mosaico organizado de elementos.

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As teses de investimentos são debatidas em comitê para assegurar que sejam desafiadas e examinadas em profundidade.

Decisão e Execução

O CIO toma as decisões de investimento apoiado pelo Comitê de Investimentos, e determina o timming e tamanho das posições conforme o mandato de cada fundo.

Monitoramento

Todas as posições são monitoradas diariamente para fins de controles de limite, e também para assegurar que os fundamentos das teses sigam válidos.

Know-how
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Gestão Independente

Isenção e objetividade na análise. Implementação eficiente, sem conflito de interesses.

Agilidade Operacional

Implementação e controles ágeis com ampla utilização de tecnologia.

Transparência

Alto nível de governança nos processos de investimento, com consistência e rastreabilidade.

Estruturas Otimizadas

Equipes enxutas com estreito alinhamento de interesses. Parceiros para cobrir atividades não-core.

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May 2026
EQUITY

(Equity Hedge, com início em 28.02.23; Equity Hedge Plus, com início em 19.11.25; e Total Return a partir do novo mandato, com início em 01.07.24)

O Springs Equity Hedge FIC FIM (Long Short), rendeu +1,07% (vs. CDI de 1,09%), acumulando retorno de +4,86% no ano (vs. CDI de 4,54%), e +49,54% desde o início (vs. CDI de 46,78% no mesmo período). O fundo apresenta uma volatilidade anualizada de 4,03%.

Springs Equity Hedge PLUS FIF Cotas FIM (Long Short Alavancado), apresentou rentabilidade de 1,12% (vs. CDI de 1,09%), acumulando retorno de +4,53% no ano (vs. CDI de 4,54%), e +9,44% desde o início (vs. CDI de 6,28% no mesmo período). O fundo apresenta uma volatilidade anualizada de 6,54%.

O Springs Total Return FIC FIM (Long Biased), rendeu -1,47% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 1,26%), acumulando retorno de +2,37% no ano (vs. Benchmark de +5,12%), e +31,84% desde o início do novo mandato (vs. IPCA + Yield do IMAB de 24,81% no mesmo período). O fundo apresenta volatilidade anualizada, a partir do novo mandato, de 13,42%.

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Abril foi marcado por uma recuperação relevante dos mercados globais, após a aversão a risco observada em março. Nos Estados Unidos, resultados corporativos sólidos e algum alívio nos preços do petróleo compensaram parte das preocupações geopolíticas, levando o S&P 500 a subir 10,4% no mês, seu melhor desempenho mensal desde 2020, enquanto o Nasdaq avançou 15,3%, impulsionado principalmente pelo setor de tecnologia e semicondutores.

Nos emergentes, o movimento também foi positivo, com retomada de fluxos para a classe de ativos e destaque para América Latina. O ambiente global voltou a favorecer ativos de risco, beneficiando mercados que ainda operavam com valuations descontados e maior sensibilidade à queda de juros globais.

No Brasil, o Ibovespa teve um mês mais lateral, encerrando abril com leve queda de 0,08%, apesar de ter renovado máximas históricas ao longo do período. O dólar caiu 4,38% no mês, encerrando abril em R$4,95, reforçando a atratividade relativa dos ativos brasileiros para investidores estrangeiros. Apesar da performance mais neutra do índice, a bolsa brasileira segue acumulando forte valorização no ano, sustentada principalmente pelo fluxo estrangeiro, pela expectativa de continuidade do ciclo de queda de juros e por valuations ainda atrativos em termos históricos.

No curto prazo, entendemos que os principais drivers da bolsa brasileira seguem sendo a combinação entre fluxo estrangeiro, trajetória de juros e evolução do cenário fiscal e eleitoral. Após a forte reprecificação observada desde o início do ano, o ambiente passa a exigir maior seletividade, especialmente em um contexto externo ainda volátil.

Diante desse cenário, seguimos com uma carteira long short diversificada, mantendo utilities como principal exposição bruta, mas reduzindo o gross total da carteira durante o mês de abril. Ao longo do mês, reduzimos exposição a consumo doméstico e instituições financeiras, aumentamos a alocação em commodities/metais e mantivemos estruturas de arbitragem e valor relativo relevantes. Essa composição busca preservar flexibilidade, capturar dispersão entre ativos e manter disciplina de risco, sem depender de aumento significativo da exposição líquida.

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Nov 2025
Equity

(Long Short, com início em 28.02.23; e Total Return a partir do novo mandato, com início em 01.07.24)

O Springs Equity Hedge FIC FIM (Long Short), rendeu +1,78% (vs. CDI de 1,05%), acumulando retorno de +19,10% no ano (vs. CDI de 12,95%), e +39,87% desde o início (vs. CDI de 38,71% no mesmo período). O fundo apresenta uma volatilidade anualizada de 4,03%.

O Springs Total Return FIC FIM (Long Biased), rendeu +4,35% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 0,70%), acumulando retorno de +26,77% no ano (vs. IPCA + Yield do IMAB de 11,42%), e desde o início do novo mandato (01.07.24) +26,74% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 17,55% no mesmo período). O fundo apresenta volatilidade anualizada, a partir do novo mandato, de 12,59%.

Novembro foi um mês de consolidação nos mercados globais, com o MSCI ACWI praticamente estável (-0,1% em USD) e forte dispersão setorial. Nos EUA, o S&P 500 avançou 0,1% e o Nasdaq recuou 1,6%, em meio à correção de preços das empresas de tecnologia e discussões sobre o ritmo do afrouxamento monetário. O rendimento de 10 anos fechou perto de 4bps, enquanto declarações do Fed levaram o mercado a precificar maior probabilidade de corte de juros em dezembro.
Nos emergentes, o MSCI EM caiu cerca de 2,5%, pressionado por Ásia. Já na América Latina, Brasil liderou amplamente a região, com Ibovespa +6,4% em BRL no mês (+32,3% no ano; +53,5% em USD). O avanço foi sustentado por resultados corporativos fortes e fechamento da curva de juros. Setores domésticos cíclicos, especialmente construção e varejo, tiveram as maiores altas.

A inflação brasileira manteve trajetória favorável: o IPCA-15 de novembro subiu 0,20% (4,5% em 12 meses), reforçando a percepção de juro real elevado e antecipando apostas de cortes da Selic em 2026. A curva de DI fechou de forma relevante, beneficiando ativos domésticos sensíveis a juros. O real apreciou-se frente o dólar no período, passando para a faixa de R$ 5,33, acompanhando dólar mais fraco globalmente.

Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem.

Equity Hedge

Durante o mês o fundo teve performance de 1,78%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores utilities, agronegócio e saúde. Por outro lado, os setores de siderurgia, mineração e construção civil foram os principais detratores. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de consumo, utilities e tecnologia.

Total Return

Durante o mês o fundo teve performance de 4,35%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores agronegócio, utilities e bancos. Por outro lado, o setor de construção civil foi principal detrator.  As maiores alocações do portfólio estão nos setores de bancos, utilities e consumo.

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Oct 2025
Equity Hedge

O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 0,96%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores Bancos, Infraestrutura e Utilities. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.

Total return

O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 1,49%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores de Metals, Utilities e Bancos. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.

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