Excelência na
Gestão de Fundos

Conheça a proposta única da Springs Capitals que associa inovação e expertise para gerar resultados consistentes.

Onde você encontra nossos fundos

Como Funciona

Processo de investimento claro e estruturado

Análise e Preparação das Teses

Diariamente a equipe de gestão recebe e analisa informações das companhias possíveis de serem investidas, montando um mosaico organizado de elementos.

Discussão em Comitê

As teses de investimentos são debatidas em comitê para assegurar que sejam desafiadas e examinadas em profundidade.

Decisão e Execução

O CIO toma as decisões de investimento apoiado pelo Comitê de Investimentos, e determina o timming e tamanho das posições conforme o mandato de cada fundo.

Monitoramento

Todas as posições são monitoradas diariamente para fins de controles de limite, e também para assegurar que os fundamentos das teses sigam válidos.

Know-how
corporativo da Springs Capital

Gestão Independente

Isenção e objetividade na análise. Implementação eficiente, sem conflito de interesses.

Agilidade Operacional

Implementação e controles ágeis com ampla utilização de tecnologia.

Transparência

Alto nível de governança nos processos de investimento, com consistência e rastreabilidade.

Estruturas Otimizadas

Equipes enxutas com estreito alinhamento de interesses. Parceiros para cobrir atividades não-core.

Conheça mais da Springs Capital

News

Comentários Mensais

Comentário Mensal
May 2026
Equity

(Long Short, com início em 28.02.23; e Total Return a partir do novo mandato, com início em 01.07.24)

O Springs Equity Hedge FIC FIM (Long Short), rendeu +1,78% (vs. CDI de 1,05%), acumulando retorno de +19,10% no ano (vs. CDI de 12,95%), e +39,87% desde o início (vs. CDI de 38,71% no mesmo período). O fundo apresenta uma volatilidade anualizada de 4,03%.

O Springs Total Return FIC FIM (Long Biased), rendeu +4,35% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 0,70%), acumulando retorno de +26,77% no ano (vs. IPCA + Yield do IMAB de 11,42%), e desde o início do novo mandato (01.07.24) +26,74% (vs. IPCA + Yield do IMAB de 17,55% no mesmo período). O fundo apresenta volatilidade anualizada, a partir do novo mandato, de 12,59%.

Novembro foi um mês de consolidação nos mercados globais, com o MSCI ACWI praticamente estável (-0,1% em USD) e forte dispersão setorial. Nos EUA, o S&P 500 avançou 0,1% e o Nasdaq recuou 1,6%, em meio à correção de preços das empresas de tecnologia e discussões sobre o ritmo do afrouxamento monetário. O rendimento de 10 anos fechou perto de 4bps, enquanto declarações do Fed levaram o mercado a precificar maior probabilidade de corte de juros em dezembro.
Nos emergentes, o MSCI EM caiu cerca de 2,5%, pressionado por Ásia. Já na América Latina, Brasil liderou amplamente a região, com Ibovespa +6,4% em BRL no mês (+32,3% no ano; +53,5% em USD). O avanço foi sustentado por resultados corporativos fortes e fechamento da curva de juros. Setores domésticos cíclicos, especialmente construção e varejo, tiveram as maiores altas.

A inflação brasileira manteve trajetória favorável: o IPCA-15 de novembro subiu 0,20% (4,5% em 12 meses), reforçando a percepção de juro real elevado e antecipando apostas de cortes da Selic em 2026. A curva de DI fechou de forma relevante, beneficiando ativos domésticos sensíveis a juros. O real apreciou-se frente o dólar no período, passando para a faixa de R$ 5,33, acompanhando dólar mais fraco globalmente.

Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem.

Equity Hedge

Durante o mês o fundo teve performance de 1,78%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores utilities, agronegócio e saúde. Por outro lado, os setores de siderurgia, mineração e construção civil foram os principais detratores. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de consumo, utilities e tecnologia.

Total Return

Durante o mês o fundo teve performance de 4,35%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores agronegócio, utilities e bancos. Por outro lado, o setor de construção civil foi principal detrator.  As maiores alocações do portfólio estão nos setores de bancos, utilities e consumo.

Comentário Mensal
Oct 2025
Equity Hedge

O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 0,96%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores Bancos, Infraestrutura e Utilities. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.

Total return

O mês de outubro seguiu com tendencia positiva para ativos globais. O S&P 500 teve retorno total de 2,34%, enquanto a Nasdaq teve retorno de 4,72%, refletindo temporada de resultados positiva e expectativa de continuidade do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA. O rendimento do título de 10 anos dos EUA fechou 7 bps, encerrando o mês em 4,08%.Nos mercados emergentes, a performance positiva foi igualmente expressiva. O MSCI EM subiu 4,19%, beneficiado pela continuidade de fluxo de capital, tendencia esperada em ciclos enfraquecimento do dólar. O Ibovespa acompanhou a tendência global e encerrou o mês em máxima histórica, com alta de 2.26%, sustentado pelos setores de siderurgia e mineração, bancos e bens de capital. Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento, e a expectativa de início do ciclo brasileiro (atualmente precificada entre janeiro e março de 2026), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. Durante outubro o fluxo estrangeiro em ações foi negativo em R$1,4 bi apesar do movimento de reversão durante a última semana do mês quando foi positivo em R$5,9 bi. Em 2025 o fluxo acumula R$25.1biDurante o mês o fundo teve performance de 1,49%. Do ponto de vista setorial, destacaram-se positivamente os setores de Metals, Utilities e Bancos. Por outro lado, o setor de Real Estate foi principal detrator. A estratégia do fundo seguiu focada em companhias de qualidade, com boa geração de caixa e baixa alavancagem, além de oportunidades específicas em nomes não listados com potencial de valorização. As maiores alocações do portfólio estão nos setores de Utilities, Consumo e Bancos.

Comentário Mensal
Sep 2025

O mês de setembro foi positivo para ativos globais, em especial para mercados emergentes. O início de novo ciclo de afrouxamento monetário nos EUA sustentou maior apetite a risco global o que resultou em retorno de 7,2% do MSCI Mercados Emergentes e de 6,5% do MSCI Latam, em dólares. Mercados desenvolvidos seguiram com tendencia de alta, renovando máximas históricas. O S&P teve retorno de 3,6% e a Nasdaq de 5,7%. No Brasil, o Ibovespa avançou 3,4% em reais (5,6% em dólares), atingindo máximas históricas. No lado macroeconômico, o Copom manteve a Selic em 15%, enquanto o tom mais hawk consolidou, por hora, a expectativa do primeiro corte para 2026 (a atual precificação da curva aponta para algo entre janeiro e março de 2026). No campo político, a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e tensões diplomáticas com os EUA, após a imposição de sanções a familiares de ministro do STF, trouxeram novos elementos de incerteza, embora sem impacto imediato sobre a direção dos mercados.Entendemos o ciclo monetário americano, em processo de afrouxamento (e a expectativa de início do ciclo brasileiro), como os maiores drivers do mercado doméstico nos próximos 6 a 12 meses. Historicamente períodos de corte de juros nos EUA são acompanhados de dólar mais fraco e fluxo de investimento para ativos de maior risco. O maior apetite a risco global também pode ser observado no fluxo estrangeiro na bolsa que totalizou R$4.8bi em setembro e R$26 bi em 2025.Durante o mês os principais retornos vieram dos setores financeiro, utilities e infraestrutura. Os principais detratores de performance foram alimentos e bebidas e commodities. Parte importante do retorno do mês foi oriunda do investimento em Klarna, que realizou seu IPO nos EUA. O investimento em companhias não listadas e de forte potencial de apreciação é característica importante dos produtos da Springs Capital e fruto de processo de investimento estruturado e que busca constantemente ideias não convencionais dentro e fora do Brasil.Seguimos priorizando companhias sólidas, pouco alavancadas e com capacidade de atravessar cenários adversos, ao mesmo tempo em que buscamos oportunidades micro específicas. Durante setembro mantivemos as maiores exposições nos setores financeiro, utilities e consumo.

Nosso Time

Nosso time de experts financeiros

Ver mais

André Caldas, CFA, FRM
CIO
João Noronha, CFA, CGA
Gestor e Analista
Albert Munck
CEO
Matheus Efrain
gestor e Trader
Gustavo Liberali, CFA, FRM, RAI
Diretor de Risco e Compliance
Fernanda Castilho, CGA
Analista de Equities
André Branco
Diretor de Operações
Pedro Atra
Analista de Equities
Eric Kruse
Analista de Equities
Cristian Faria
Analista de Equities
Vinicius Pires
Head DE Special Situations
Gabriel Locci
Analista Special Situations
João Menelau
ri